Quênia confirma primeiro caso de Ebola importado do Congo
NAIRÓBI, 6 Out (Reuters) - O Quênia confirmou seu primeiro caso de Ebola na terça-feira, após a morte, em Nairóbi, de um cidadão queniano que havia viajado da República Democrática do Congo.
O Quênia é o terceiro país a registrar um caso relacionado à epidemia de Ebola no leste do Congo, a segunda maior da história. Uganda registrou 20 casos e duas mortes no início do ano, mas foi declarado livre do Ebola em agosto.
O paciente queniano já estava doente há cerca de um mês antes de viajar por estrada do Congo até Kampala, capital de Uganda, e depois voar para Nairóbi no sábado, informou o ministro da Saúde, Aden Duale, em coletiva de imprensa.
Após chegar ao aeroporto internacional de Nairóbi, ele passou por uma triagem de saúde e, posteriormente, foi levado por um parente ao Hospital de Nairóbi. Ele foi internado com febre, calafrios e sangramento sob a pele e foi rapidamente colocado em isolamento, disse Duale.
Ele morreu na noite de segunda-feira.
O diretor-geral do Ministério da Saúde, Patrick Amoth, disse que o paciente pode ter passado pela triagem no aeroporto porque a medicação havia mascarado seus sintomas.
Duale afirmou que o Quênia está bem preparado para responder a casos de Ebola.
“Continuamos a manter, como país, um alto nível de alerta para o Ebola desde que o surto começou em maio”, disse ele.
O paciente seria enterrado ainda nesta terça-feira, seguindo protocolos destinados a impedir a propagação do vírus, segundo Duale.
O Ebola se espalha por contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas, vivas ou mortas. A doença pode causar febre, vômito, diarreia e, em casos graves, hemorragias internas e externas.
O surto no Congo foi declarado em meados de maio, mas pode ter começado meses antes. Ele já infectou mais de 8.000 pessoas e causou mais de 4.000 mortes, apesar dos esforços para contê-lo.
O surto é causado pela rara cepa Bundibugyo do Ebola, para a qual não há vacina ou tratamento comprovado.
(Reportagem de Vincent Mumo Nzilani e Edwin Okoth)
O Quênia é o terceiro país a registrar um caso relacionado à epidemia de Ebola no leste do Congo, a segunda maior da história. Uganda registrou 20 casos e duas mortes no início do ano, mas foi declarado livre do Ebola em agosto.
O paciente queniano já estava doente há cerca de um mês antes de viajar por estrada do Congo até Kampala, capital de Uganda, e depois voar para Nairóbi no sábado, informou o ministro da Saúde, Aden Duale, em coletiva de imprensa.
Após chegar ao aeroporto internacional de Nairóbi, ele passou por uma triagem de saúde e, posteriormente, foi levado por um parente ao Hospital de Nairóbi. Ele foi internado com febre, calafrios e sangramento sob a pele e foi rapidamente colocado em isolamento, disse Duale.
Ele morreu na noite de segunda-feira.
O diretor-geral do Ministério da Saúde, Patrick Amoth, disse que o paciente pode ter passado pela triagem no aeroporto porque a medicação havia mascarado seus sintomas.
Duale afirmou que o Quênia está bem preparado para responder a casos de Ebola.
“Continuamos a manter, como país, um alto nível de alerta para o Ebola desde que o surto começou em maio”, disse ele.
O paciente seria enterrado ainda nesta terça-feira, seguindo protocolos destinados a impedir a propagação do vírus, segundo Duale.
O Ebola se espalha por contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas, vivas ou mortas. A doença pode causar febre, vômito, diarreia e, em casos graves, hemorragias internas e externas.
O surto no Congo foi declarado em meados de maio, mas pode ter começado meses antes. Ele já infectou mais de 8.000 pessoas e causou mais de 4.000 mortes, apesar dos esforços para contê-lo.
O surto é causado pela rara cepa Bundibugyo do Ebola, para a qual não há vacina ou tratamento comprovado.
(Reportagem de Vincent Mumo Nzilani e Edwin Okoth)