Saiba como reservar seu nome de usuário no WhatsApp


O WhatsApp prepara uma mudança importante na privacidade do aplicativo: usuários poderão iniciar conversas sem precisar compartilhar o número de telefone. A novidade será baseada em nomes de usuário exclusivos, semelhantes aos utilizados em redes sociais como Instagram, X e TikTok.

Segundo a Meta, o recurso será liberado gradualmente nos próximos meses. O usuário poderá escolher um identificador para receber mensagens sem revelar seu número. Não haverá um diretório público de perfis, e será necessário informar o nome de usuário exato para localizar uma pessoa.

A ferramenta foi pensada para situações em que o usuário deseja manter o telefone privado, como conversas com grupos de pais, vizinhos, contatos profissionais ou pessoas conhecidas em eventos.

Quando alguém receber uma primeira mensagem por meio do nome de usuário, o número de telefone do remetente ficará oculto. Caso o identificador escolhido já esteja ocupado, o WhatsApp deverá sugerir outras opções.

A plataforma também prepara a chamada “chave de nome de usuário”, uma camada adicional de proteção que poderá exigir um código antes que uma pessoa desconhecida consiga iniciar uma conversa.

Empresas, organizações e criadores de conteúdo também poderão reservar no WhatsApp o mesmo nome de usuário utilizado no Instagram ou Facebook, desde que as contas estejam vinculadas à Central de Contas da Meta.

Backup próprio

Outra novidade em desenvolvimento é um possível serviço próprio de backup do WhatsApp para usuários de iPhone. Segundo informações do WABetaInfo, uma versão de testes do aplicativo para iOS indica a criação de uma opção de armazenamento nos servidores do WhatsApp, com 2 GB gratuitos e planos pagos para quem precisar de mais espaço.

Atualmente, no iPhone, o backup oficial das conversas é feito pelo iCloud. A nova alternativa permitiria ao usuário escolher entre o armazenamento da Apple e os servidores do próprio WhatsApp.

As duas funcionalidades ainda estão em desenvolvimento e devem ser disponibilizadas gradualmente.

Fonte: Jornal O Sul