Novas imagens revelam a superfície do Sol
Novas imagens da superfície do Sol, obtidas pelo Telescópio Solar Daniel K. Inouye, revelaram redemoinhos de plasma em detalhes sem precedentes. Os registros, apresentados em estudo publicado na revista Nature, mostram estruturas microscópicas que ajudam a explicar como a energia é transportada do interior do Sol para suas camadas externas.
As observações foram feitas pelo maior telescópio solar do mundo e permitiram identificar, pela primeira vez com tanta precisão, instabilidades de Kelvin-Helmholtz na fotosfera solar. O fenômeno ocorre quando camadas de plasma com velocidades diferentes entram em contato, formando turbulências semelhantes a ondas e espirais.
Os pesquisadores analisaram 47 vórtices, com distâncias médias de 65 quilômetros entre si. As estruturas tinham tamanhos entre 25 e 170 quilômetros e velocidades aparentes de até 3 km/s. Simulações em três dimensões indicam que esses redemoinhos podem se estender por centenas de quilômetros abaixo da superfície visível.
Segundo os cientistas, compreender essas estruturas é importante para explicar como a energia magnética é transformada em calor e como ocorre o aquecimento da corona solar, além de contribuir para o entendimento dos mecanismos que impulsionam o vento solar.
A capacidade de observar fenômenos tão pequenos foi possível graças ao espelho de 4 metros do telescópio Inouye, instalado no vulcão Haleakalā, no Havaí. O equipamento consegue registrar detalhes de aproximadamente 19 quilômetros na superfície do Sol.
A equipe pretende continuar monitorando regiões ativas da fotosfera para acompanhar a evolução dos campos magnéticos durante o atual ciclo de atividade solar.
Fonte: Jornal O Sul
As observações foram feitas pelo maior telescópio solar do mundo e permitiram identificar, pela primeira vez com tanta precisão, instabilidades de Kelvin-Helmholtz na fotosfera solar. O fenômeno ocorre quando camadas de plasma com velocidades diferentes entram em contato, formando turbulências semelhantes a ondas e espirais.
Os pesquisadores analisaram 47 vórtices, com distâncias médias de 65 quilômetros entre si. As estruturas tinham tamanhos entre 25 e 170 quilômetros e velocidades aparentes de até 3 km/s. Simulações em três dimensões indicam que esses redemoinhos podem se estender por centenas de quilômetros abaixo da superfície visível.
Segundo os cientistas, compreender essas estruturas é importante para explicar como a energia magnética é transformada em calor e como ocorre o aquecimento da corona solar, além de contribuir para o entendimento dos mecanismos que impulsionam o vento solar.
A capacidade de observar fenômenos tão pequenos foi possível graças ao espelho de 4 metros do telescópio Inouye, instalado no vulcão Haleakalā, no Havaí. O equipamento consegue registrar detalhes de aproximadamente 19 quilômetros na superfície do Sol.
A equipe pretende continuar monitorando regiões ativas da fotosfera para acompanhar a evolução dos campos magnéticos durante o atual ciclo de atividade solar.
Fonte: Jornal O Sul
