Alimentação e saúde pesam mais no bolso dos idosos: Suplementos, remédios, convênios médicos e serviços consomem parcela maior da renda com o envelhecimento
O envelhecimento acelerado da população brasileira está criando um novo perfil de consumidor e despertando o interesse das empresas. No entanto, muitos produtos e serviços voltados ao público idoso têm custos elevados e aumentos acima da inflação, tornando esse grupo e suas famílias mais sensíveis aos preços.
Despesas com alimentação, moradia e saúde estão entre as que mais pesam no orçamento das pessoas com mais de 60 anos. Dados do IPC-3i, índice da FGV Ibre voltado para famílias da terceira idade, mostram que alguns gastos têm comportamento diferente do índice oficial de inflação.
Em junho, por exemplo, a alimentação caiu 0,24% no IPCA, mas subiu 0,56% no IPC-3i. Nos últimos 12 meses, os alimentos aumentaram 4,81% para esse público, acima da alta de 3,82% registrada pelo índice geral.
Segundo especialistas, produtos ligados à proteção da saúde, como alimentos naturais e laticínios, têm maior peso na cesta de consumo dos idosos. Além disso, gastos com planos de saúde, medicamentos, energia, gás e serviços de transporte também impactam mais o orçamento dessa população.
A inflação tende a pesar ainda mais porque muitos benefícios, como aposentadorias acima do salário mínimo, são reajustados apenas pela inflação passada, enquanto despesas essenciais para idosos costumam subir acima desse índice.
A área da saúde é um dos principais exemplos desse aumento de custos. Segundo estudo da consultoria Data8, pessoas com 50 anos ou mais já representam 35% do consumo de produtos e serviços de saúde no Brasil, percentual que pode chegar a 43% até 2034.
Especialistas destacam que muitos desses gastos não são opcionais, mas necessários para garantir qualidade de vida, autonomia e envelhecimento com dignidade.
Fonte: Jornal O Sul.
Despesas com alimentação, moradia e saúde estão entre as que mais pesam no orçamento das pessoas com mais de 60 anos. Dados do IPC-3i, índice da FGV Ibre voltado para famílias da terceira idade, mostram que alguns gastos têm comportamento diferente do índice oficial de inflação.
Em junho, por exemplo, a alimentação caiu 0,24% no IPCA, mas subiu 0,56% no IPC-3i. Nos últimos 12 meses, os alimentos aumentaram 4,81% para esse público, acima da alta de 3,82% registrada pelo índice geral.
Segundo especialistas, produtos ligados à proteção da saúde, como alimentos naturais e laticínios, têm maior peso na cesta de consumo dos idosos. Além disso, gastos com planos de saúde, medicamentos, energia, gás e serviços de transporte também impactam mais o orçamento dessa população.
A inflação tende a pesar ainda mais porque muitos benefícios, como aposentadorias acima do salário mínimo, são reajustados apenas pela inflação passada, enquanto despesas essenciais para idosos costumam subir acima desse índice.
A área da saúde é um dos principais exemplos desse aumento de custos. Segundo estudo da consultoria Data8, pessoas com 50 anos ou mais já representam 35% do consumo de produtos e serviços de saúde no Brasil, percentual que pode chegar a 43% até 2034.
Especialistas destacam que muitos desses gastos não são opcionais, mas necessários para garantir qualidade de vida, autonomia e envelhecimento com dignidade.
Fonte: Jornal O Sul.
