Saúde Na terceira idade, a capacidade de caminhar com qualidade é um importante indicador de saúde
Manter uma boa capacidade de caminhar e preservar o equilíbrio é fundamental para a saúde e a independência na terceira idade. Especialistas destacam que a prática regular de exercícios físicos é uma das principais formas de reduzir o risco de quedas e manter a mobilidade, já que muitos problemas de equilíbrio estão relacionados ao sedentarismo e não apenas ao envelhecimento.
Segundo especialistas em gerontologia, o equilíbrio depende da atuação conjunta dos sistemas nervoso, muscular, ósseo, cardiopulmonar e sensorial. Com o avanço da idade, podem ocorrer alterações como perda de força e massa muscular, redução da velocidade de reação, diminuição da visão e da audição e mudanças na forma de caminhar.
Um dos principais indicadores de atenção é a velocidade da marcha. Caminhar a menos de 1 metro por segundo pode indicar comprometimento da mobilidade. Estudos mostram que idosos com velocidade inferior a 0,7 metro por segundo apresentam risco significativamente maior de sofrer quedas e de necessitar de hospitalização.
Outros sinais que merecem avaliação incluem:
dificuldade para levantar da cadeira sem apoiar os braços;
arrastar os pés ao caminhar;
passos curtos ou irregulares;
caminhar com as pernas mais afastadas para manter o equilíbrio;
hesitação antes de iniciar a caminhada;
dificuldade crescente para realizar atividades do dia a dia;
tontura, fadiga excessiva e medo de cair;
redução da participação em atividades sociais por insegurança ao caminhar.
A identificação precoce desses sinais permite investigar suas causas e iniciar intervenções que ajudam a preservar a autonomia e prevenir lesões.
Especialistas ressaltam que não existe um único exercício capaz de manter o equilíbrio. A estratégia mais recomendada é o treinamento multicomponente, que reúne diferentes tipos de atividades, como:
fortalecimento muscular;
exercícios de equilíbrio;
treinamento de mobilidade;
atividades aeróbicas.
De acordo com o Consenso Global sobre Recomendações de Exercícios para a Longevidade Saudável, a combinação de exercícios de força, em intensidade moderada a elevada, com atividades específicas para equilíbrio é a abordagem mais eficaz para reduzir o risco de quedas e manter a capacidade funcional dos idosos.
Fonte: Jornal O Sul.
Segundo especialistas em gerontologia, o equilíbrio depende da atuação conjunta dos sistemas nervoso, muscular, ósseo, cardiopulmonar e sensorial. Com o avanço da idade, podem ocorrer alterações como perda de força e massa muscular, redução da velocidade de reação, diminuição da visão e da audição e mudanças na forma de caminhar.
Um dos principais indicadores de atenção é a velocidade da marcha. Caminhar a menos de 1 metro por segundo pode indicar comprometimento da mobilidade. Estudos mostram que idosos com velocidade inferior a 0,7 metro por segundo apresentam risco significativamente maior de sofrer quedas e de necessitar de hospitalização.
Outros sinais que merecem avaliação incluem:
dificuldade para levantar da cadeira sem apoiar os braços;
arrastar os pés ao caminhar;
passos curtos ou irregulares;
caminhar com as pernas mais afastadas para manter o equilíbrio;
hesitação antes de iniciar a caminhada;
dificuldade crescente para realizar atividades do dia a dia;
tontura, fadiga excessiva e medo de cair;
redução da participação em atividades sociais por insegurança ao caminhar.
A identificação precoce desses sinais permite investigar suas causas e iniciar intervenções que ajudam a preservar a autonomia e prevenir lesões.
Especialistas ressaltam que não existe um único exercício capaz de manter o equilíbrio. A estratégia mais recomendada é o treinamento multicomponente, que reúne diferentes tipos de atividades, como:
fortalecimento muscular;
exercícios de equilíbrio;
treinamento de mobilidade;
atividades aeróbicas.
De acordo com o Consenso Global sobre Recomendações de Exercícios para a Longevidade Saudável, a combinação de exercícios de força, em intensidade moderada a elevada, com atividades específicas para equilíbrio é a abordagem mais eficaz para reduzir o risco de quedas e manter a capacidade funcional dos idosos.
Fonte: Jornal O Sul.
