O que as canetas emagrecedoras têm a ver com hidratação? Entenda o cuidado que pode passar despercebido
As chamadas canetas emagrecedoras, medicamentos à base de análogos de GLP-1 como semaglutida, liraglutida e tirzepatida, ganharam popularidade pelo efeito no controle do apetite e na sensação de saciedade. Porém, especialistas alertam para um ponto que pode passar despercebido durante o tratamento: a redução da ingestão de líquidos.
Ao comer menos, algumas pessoas também passam a beber menos água ao longo do dia. A diminuição da sensação de fome, possíveis alterações na sede e efeitos gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia, podem favorecer quadros de desidratação.
Segundo especialistas, o risco não está diretamente no medicamento, mas nas mudanças de rotina alimentar que podem ocorrer durante o processo de emagrecimento. A menor ingestão de frutas, verduras e outros alimentos ricos em água também pode contribuir para a redução do consumo diário de líquidos.
Entre os sinais de alerta estão:
• Boca seca;
• Tontura;
• Fraqueza;
• Dor de cabeça;
• Urina mais escura;
• Cansaço persistente.
A falta de hidratação adequada pode afetar funções importantes do organismo, como circulação, controle da temperatura corporal e equilíbrio de sais minerais. Os rins estão entre os órgãos mais sensíveis, pois dependem de água suficiente para realizar a filtragem do sangue.
Especialistas reforçam que o uso das medicações deve ser acompanhado por uma equipe de saúde, com atenção não apenas à perda de peso, mas também à alimentação, hidratação e possíveis impactos no funcionamento do organismo.
A quantidade ideal de líquidos varia conforme fatores como peso, rotina, prática de atividades físicas e condições de saúde de cada pessoa. Por isso, o acompanhamento individualizado é considerado fundamental durante o tratamento.
Fonte: Jornal O Sul.
Ao comer menos, algumas pessoas também passam a beber menos água ao longo do dia. A diminuição da sensação de fome, possíveis alterações na sede e efeitos gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia, podem favorecer quadros de desidratação.
Segundo especialistas, o risco não está diretamente no medicamento, mas nas mudanças de rotina alimentar que podem ocorrer durante o processo de emagrecimento. A menor ingestão de frutas, verduras e outros alimentos ricos em água também pode contribuir para a redução do consumo diário de líquidos.
Entre os sinais de alerta estão:
• Boca seca;
• Tontura;
• Fraqueza;
• Dor de cabeça;
• Urina mais escura;
• Cansaço persistente.
A falta de hidratação adequada pode afetar funções importantes do organismo, como circulação, controle da temperatura corporal e equilíbrio de sais minerais. Os rins estão entre os órgãos mais sensíveis, pois dependem de água suficiente para realizar a filtragem do sangue.
Especialistas reforçam que o uso das medicações deve ser acompanhado por uma equipe de saúde, com atenção não apenas à perda de peso, mas também à alimentação, hidratação e possíveis impactos no funcionamento do organismo.
A quantidade ideal de líquidos varia conforme fatores como peso, rotina, prática de atividades físicas e condições de saúde de cada pessoa. Por isso, o acompanhamento individualizado é considerado fundamental durante o tratamento.
Fonte: Jornal O Sul.
