Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprova novo tratamento para tipo agressivo de linfoma
A Anvisa aprovou o registro do medicamento Columvi (glofitamabe), desenvolvido pela farmacêutica Roche, para o tratamento de um tipo agressivo de câncer do sistema linfático.
O medicamento, utilizado em combinação com gencitabina e oxaliplatina, é indicado para pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B não especificado (LDGCB NOS) que voltou após o tratamento ou que não respondeu às terapias iniciais.
O Columvi também é uma opção para pacientes que não podem realizar o transplante autólogo de células-tronco, procedimento que utiliza células do próprio paciente no combate ao linfoma.
Segundo a Anvisa, a aprovação representa um avanço no tratamento de cânceres hematológicos, por disponibilizar no Brasil um anticorpo biespecífico capaz de direcionar o sistema imunológico contra células tumorais.
O linfoma difuso de grandes células B é um câncer de crescimento rápido e o subtipo mais comum entre os linfomas não Hodgkin agressivos. No Brasil, a estimativa é de cerca de 4 mil novos diagnósticos por ano.
A terapia é aplicada por via intravenosa e pode ser realizada sem internação. O tratamento tem duração aproximada de 8,3 meses, dividido em 12 ciclos.
De acordo com a Roche, estudos clínicos publicados na revista científica The Lancet apontaram que o medicamento reduziu em 41% o risco de morte em comparação ao tratamento tradicional. A pesquisa também indicou maior taxa de remissão completa da doença e redução no risco de progressão do câncer.
Fonte: Jornal O Sul.
O medicamento, utilizado em combinação com gencitabina e oxaliplatina, é indicado para pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B não especificado (LDGCB NOS) que voltou após o tratamento ou que não respondeu às terapias iniciais.
O Columvi também é uma opção para pacientes que não podem realizar o transplante autólogo de células-tronco, procedimento que utiliza células do próprio paciente no combate ao linfoma.
Segundo a Anvisa, a aprovação representa um avanço no tratamento de cânceres hematológicos, por disponibilizar no Brasil um anticorpo biespecífico capaz de direcionar o sistema imunológico contra células tumorais.
O linfoma difuso de grandes células B é um câncer de crescimento rápido e o subtipo mais comum entre os linfomas não Hodgkin agressivos. No Brasil, a estimativa é de cerca de 4 mil novos diagnósticos por ano.
A terapia é aplicada por via intravenosa e pode ser realizada sem internação. O tratamento tem duração aproximada de 8,3 meses, dividido em 12 ciclos.
De acordo com a Roche, estudos clínicos publicados na revista científica The Lancet apontaram que o medicamento reduziu em 41% o risco de morte em comparação ao tratamento tradicional. A pesquisa também indicou maior taxa de remissão completa da doença e redução no risco de progressão do câncer.
Fonte: Jornal O Sul.
