Agência Nacional de Aviação Civil endurece as regras para o uso de drones após ocorrências em aeroportos


As novas regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para a operação de drones no Brasil entraram em vigor neste mês e passaram a adotar um modelo regulatório baseado no nível de risco de cada operação. Os equipamentos agora são divididos em três categorias – Aberta, Específica e Certificada –, com exigências proporcionais à complexidade e aos riscos de cada atividade.

A mudança ocorre em meio ao aumento de ocorrências envolvendo drones nas proximidades de aeroportos, que têm provocado interrupções temporárias em pousos e decolagens. Entre as novas medidas, operações de baixo risco poderão ser realizadas sem autorização prévia, desde que cumpram requisitos como limite de altura e proibição de sobrevoar pessoas não envolvidas. Já operações mais complexas exigirão análises de risco, autorizações específicas e, em alguns casos, certificações adicionais.

Segundo a Anac, as novas regras seguem padrões internacionais adotados por outros países e têm como objetivo aumentar a segurança das operações com drones, fortalecer o controle do espaço aéreo e ampliar a integração do setor brasileiro de aviação não tripulada ao mercado internacional.

Fonte: Jornal O Sul