Conheça oito mitos sobre o Alzheimer que incomodam os especialistas
A doença de Alzheimer ainda é cercada por mitos que podem atrasar diagnósticos, dificultar tratamentos e aumentar o sofrimento de pacientes e familiares. Especialistas alertam que, embora ainda não exista cura, há tratamentos e cuidados capazes de retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Entre os equívocos mais comuns está a ideia de que a perda de memória faz parte do envelhecimento normal. Médicos destacam que esquecimentos frequentes e progressivos devem ser investigados. Outro mito é acreditar que os medicamentos interrompem a doença. Na realidade, eles ajudam a controlar sintomas, mas não alteram a evolução do Alzheimer.
Os especialistas também afirmam que exames não conseguem prever com certeza quem desenvolverá a doença, que o canabidiol não é uma cura e que as demências não afetam apenas pessoas idosas, podendo surgir antes dos 60 anos.
Além disso, reforçam que o cuidado de uma pessoa com Alzheimer não deve recair sobre apenas um familiar, devido ao alto risco de sobrecarga física e emocional dos cuidadores.
Fonte: Jornal O Sul
