Como funciona o Instants, recurso para fotos de visualização única do Instagram


O Instagram lançou oficialmente o Instants, novo recurso voltado para o compartilhamento rápido de fotos sem filtros ou edições após o clique. A ferramenta aposta em interações mais espontâneas e funciona com visualização única: depois de aberta, a imagem desaparece da conversa.

O recurso já está integrado ao aplicativo principal da rede social e também ganhou um aplicativo próprio, oferecendo acesso mais rápido à câmera e ao envio das fotos.

O Instants funciona dentro das mensagens diretas do Instagram. Na aba de DMs, os usuários visualizam uma sequência de fotos recebidas de contatos. Diferente dos Stories e das publicações tradicionais, o recurso não permite escolher imagens da galeria do celular.

Embora seja possível adicionar uma legenda, ela precisa ser escrita antes da captura da foto. O usuário também pode escolher se deseja compartilhar o conteúdo com todos os seguidores próximos ou apenas com a lista de Melhores Amigos.

Depois de enviada, a imagem pode ser aberta apenas uma vez pelo destinatário. Assim como os Stories, ela permanece disponível por até 24 horas, enquanto o autor pode acessá-la posteriormente na área de arquivos por até um ano.

A novidade, porém, chegou cercada de críticas. Parte dos usuários reclamou do excesso de funcionalidades adicionadas ao Instagram nos últimos meses, enquanto outros afirmaram que o recurso foi ativado automaticamente e enviou conteúdos sem aviso prévio.

Nas redes sociais, as reações ficaram divididas entre usuários curiosos com a novidade e pessoas incomodadas com a implementação considerada invasiva.

Com a repercussão, também começaram a circular tutoriais ensinando como desativar o Instants. Para ocultar o recurso, o usuário deve acessar as configurações do Instagram, entrar em “Preferência de conteúdo” e ativar a opção “Ocultar Instants na caixa de entrada”. Também é possível desligar as notificações e bloquear reações com emojis dentro das configurações do aplicativo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Jornal O Sul