Nova versão de “A Usurpadora” estreia no SBT; relembre a história


 O SBT passou a exibir o remake da novela mexicana “A Usurpadora”, que foi ar originalmente em 2019. A trama será televisionada à 1h30 da madrugada, de segunda a quinta-feira, e à 1h15, às sextas-feiras.

A nova versão revisita o clássico que marcou a televisão latino americana em 1998 e traz a atriz Sandra Echeverría interpretando as gêmeas Paola e Paulina.

Qual é o enredo da novela?

O história começa revelando o vazio existencial de Paola Miranda que, embora tenha alcançado o ambicioso objetivo de se tornar a primeira-dama do país, não conseguiu a felicidade tão esperada.

Seu casamento com o presidente Carlos Bernal está arruinado, reduzido a uma convivência fria e completamente distante. Para piorar ainda mais a situação, ela também demonstra um profundo desprezo por Emilio, herdeiro de Carlos e fruto de um relacionamento antigo, além de uma evidente incapacidade de se aproximar da própria filha, Lisette.

A situação se torna mais conturbada quando Paola descobre que Arcádia Rivas de Miranda não é sua mãe biológica, mas a mulher que a adotou. Determinada a descobrir suas origens, ela contrata um detetive particular.

A investigação, no entanto, revela um segredo surpreendente: sua mãe biológica, Olga Doria, teve outra filha. Paola possui uma irmã gêmea chamada Paulina Doria, criada pela matriarca, enquanto ela foi entregue à adoção.

Sentindo-se rejeitada e sufocada pela vida pública, Paola decide colocar em prática um plano arriscado: fugir para iniciar uma nova vida ao lado de seu amante, Gonzalo.

Ao encontrar Paulina, propõe um acordo: a irmã deverá assumir seu lugar como primeira-dama por duas semanas. Em troca, ela oferece uma grande quantia em dinheiro, sabendo que Paulina enfrenta uma grave crise financeira em sua fundação filantrópica.

Com a ajuda de Manuel, chefe de serviço da residência oficial e cúmplice do plano, a troca é realizada. No entanto, as intenções de Paola são muito mais sombrias.

Durante as celebrações do Dia da Independência, ela contrata um assassino para eliminar a “falsa Paola”. Seu objetivo é garantir liberdade definitiva e, ao mesmo tempo, vingar-se da irmã que, em sua visão, foi a escolhida pela mãe para viver a vida feliz que lhe foi negada.

O plano, porém, não sai como esperado: Paulina sobrevive ao atentado. Forçada a continuar no papel de primeira-dama, ela passa a conviver com o poder e com a família presidencial. Sua personalidade generosa e empática — em contraste com a frieza de Paola — conquista rapidamente todos ao seu redor.

Paulina passa a se dedicar a projetos sociais voltados à infância e consegue restaurar laços familiares que estavam fragilizados. A mudança de comportamento faz com que Carlos Bernal se reaproxime da mulher que acredita ser sua esposa. Convencido de que o atentado provocou uma transformação em Paola, o presidente também reconhece que sua própria negligência contribuiu para o distanciamento do casal.

Apesar de tentar manter o disfarce, Paulina acaba se apaixonando por Carlos, dando início a um romance intenso e proibido.

O confronto entre gêmeas

Ao perceber que seu plano fracassou e que a irmã passou a ocupar o lugar de prestígio e afeto que antes lhe pertencia, Paola é consumida pelo ódio. Determinada a recuperar sua posição e concluir sua vingança, ela retorna disposta a eliminar Paulina e retomar o controle da situação.

No entanto, seu caminho encontra um obstáculo no personagem Facundo Nava, agente de inteligência e amigo pessoal do presidente. Desconfiado das inconsistências no comportamento da primeira-dama, ele inicia uma investigação que o aproxima da verdade.

Assim, Paola e Paulina se veem envolvidas em um intenso confronto marcado por amor, traição e intrigas políticas, no qual a impressionante semelhança física entre as duas irmãs é o único ponto em comum entre inimigas unidas por um destino implacável.

Fonte: Jornal O Sul